terça-feira, 20 de maio de 2014

Refletindo na pele também

Ainda na onda "o que comemos reflete no nosso corpo", trazemos o compilado de alimentos elaborado pela nutricionista Elisa Zied e pelo cardiologista Dr. Stephen Sinatra que vão ajudar na saúde da pele.

Peixes oleosos como salmão ou atum:

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Esses alimentos possuem biotina que, quando está deficiente no organismo pode fazer com que a pele fique escamosa.

Semente de chia:

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Possuem ômega-3 que ajuda a manter as membranas celulares, protegendo a pele. Sementes de chia e nozes são ricos nesse ácido graxo.

Batata doce:

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Beber muita água ajuda a pele a ficar hidratada e consumir bastante alimentos de diferentes cores, especialmente os ricos em vitamina A, ajudam a melhorar a cor e a aparência da pele, aumentando os tons de amarelo e vermelho.

Amêndoas:

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Elas têm muita vitamina E que ajudam a manter a pele saudável. Os alimentos que possuem essa vitamina não substituem o protetor solar, mas certamente ajudam a proteger a pele dos danos causados pelo sol.

Sementes de girassol:

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Também têm muita vitamina E que ajuda a proteger a pele dos danos causados pelos radicais livres.

Carboidratos complexos:

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Alimentos processados e farinha branca podem aumentar a inflamação e causar acne. Os carboidratos complexos (farinha integral, arroz integral, fibras, etc.) podem ajudar nesse sentido.

Suco de laranja:

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Ajuda a hidratar e fornece muita vitamina C, que funciona como antioxidante protegendo a pele e outras células dos danos causados pelos radicais livres. Vitamina C também ajuda na produção de colágeno, uma proteína estrutural do corpo.


Fonte: Women's Health

Dentes brancos

Alguns alimentos que podem ajudar no escurecimento ou no aumento de manchas nos dentes:

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Beterraba: tanto quanto ela tem potencial para manchar as mãos e a roupa, tem para manchar os dentes. Escovar os dentes logo após comer pode ajudar a evitar isso.

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Carboidratos refinados: todos os carboidratos refinados viram açúcar no nosso organismo e aumentam as possibilidades de alimento para as bactérias, causando manchas.

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Vinagre balsâmico: bastante pigmentado, ele tem grande potencial para manchar os dentes. Diminuir o uso e usá-lo mais em saladas pode ajudar. A alface cria uma barreira que diminui a chance para o vinagre manchar.

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Conservas: o líquido da conserva tem vinagre na composição. Ele pode corroer o esmalte dos dentes e causar manchas.

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Café e chá: esses são mais conhecidos por manchar os dentes. Os pigmentos de ambos podem ajudar no amarelamento dos dentes.

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Molho de tomate: o tomate é bastante ácido e bem pigmentado. Ele pode causar manchas e a corrosão do esmalte. Consumir com moderação ajuda.



Fonte: Women's Health

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Refeições gostosas e rápidas

A ideia desse post é sugerir um lanche que você possa preparar rápido, mas ainda comer algo gostoso e saudável.
Os rolinhos das fotos foram preparados com uma massa muito fina e translúcida feita de arroz, mas se você não achar no mercado sugiro fazer com folhas de couve (sem o talo) ou de repolho. Se deixá-las alguns segundos em água quente elas ficarão mais maleáveis e facilitarão no preparo.
Ambas as folhas podem ser usadas para rolinhos doces e salgados. A diferença é que a folha de repolho vai ter um sabor mais forte.
Normalmente essas folhas de arroz são vendidas em lojas que tenham produtos orientais.
Não esqueça de lavar bem as mãos, pois nessa receita os alimentos são muito manipulados.
E para higienizar os vegetais e frutas que você irá usar é só deixá-los imersos em uma preparação de água sanitária (1 colher de sopa de água sanitária para 1 litro de água) por 15 minutos antes de cortar os alimentos.
Isso é importante: colocar nessa preparação de água sanitária só os alimentos inteiros. Inclusive as folhas.
Se você corta, você permite que a água sanitária penetre no alimento.
Ou usar produtos como esse:



E seguir as recomendações do fabricante.
Lembre-se de enxaguar bem os alimentos depois desse processo.
Vamos aos rolinhos!


Batata, espinafre são alguns dos ingredientes que você pode colocar nesse rolinho.
Grãos como soja, feijão, grão-de-bico além de cebola, moranga e até hortelã são outras sugestões.


Repolho roxo, abacate e grãos para garantir as fibras.


Alface, tomate, cenoura, frango e até alguns fios de macarrão mais sequinho podem entrar.


Com esse tenha a certeza de que o rolinho está bem fechado na parte de trás para que os pedaços não caiam do outro lado.
Sugestões: cenoura em cubos, milho, salsa, batata, frango, cebola.


E uma sobremesa.
Se quiser, coloque algum creme, como creme de leite, por exemplo.

Certifique-se de escolher ingredientes que tenham sabores que se complementem, que você goste.
Não exite em colocar algumas gotas de limão, pimenta ou ervas aromáticas, se quiser.


É no limite da criatividade!


Fonte: Women's Health

Açúcar

Duas coisas estão diretamente ligadas à palavra açúcar. E sempre que se fala nele lembramos delas: ganho de peso e açúcar demais no sangue.
E é realmente fato. Consumo excessivo de açúcar pode causar aumento de peso e aumentar a concentração de açúcar no seu sangue.
Mas não podemos esquecer que o açúcar é uma "droga". Ele vicia. E age no cérebro.
A seguir, alguns efeitos do açúcar no cérebro:

Vício:

De acordo com um estudo publicado ano passado (2013) no American Journal of Clinical Nutrition, o açúcar acende o centro de recompensa do cérebro fazendo com que aumente nosso desejo por comida. Então você ingere açúcar, isso te causa desejo de mais comida, você come mais e isso se torna um círculo vicioso. Cuidado!


Efeitos na memória a curto prazo:

Um outro estudo mostrou que pessoas que consumiram alimentos com alto teor de açúcar e gordura saturada em um mês tiverem desempenho inferior em testes de memória do que aqueles que não consumiram.
E um outro estudo sugere que apenas uma semana com alimentação rica em açúcar pode já ser suficiente para prejudicar a memória.


Efeitos a longo prazo:

Uma neuropatologista e seus colegas da Universidade Brown usam o termo "diabetes tipo 3" para explicar o que acontece no cérebro quando você consome muito açúcar. A pesquisa sugere que a ingestão excessiva de açúcar pode levar à resistência de insulina no cérebro resultando em degeneração neurológica e Alzheimer.

fonte


Fonte: Women's Health

Criatividade até no café

Uma empresa dinamarquesa muito criativa criou essa nova invenção.
A ideia foi do diretor da empresa que, querendo degustar uma xícara de café em casa, percebeu que os filtros tinham acabado. Então ele resolveu investir em um método de preparar café que não exigisse máquinas ou equipamentos.
Veja a criação:



A embalagem tem um filtro por dentro e um compartimento onde o café passado fica.



Como preparar: 
Abre essa parte.


Abre a parte de cima e coloca 300 ml de água quente.


Fecha a parte de cima.
O rendimento é de cerca de duas xícaras de café. 








A novidade ainda não chegou no Brasil.

Fonte: estadão/grower's cup
Fotos/vídeo: grower's cup


sexta-feira, 16 de maio de 2014

Resenha: cerveja Schöfferhofer de grapefruit

Não sou uma grande conhecedora de cerveja, mas ultimamente tenho sido (bem) influenciada pelo marido, que, esse sim, adora novas experiências gastronômicas em termos de cerveja.
Numa volta pelo supermercado, namorando a prateleira das cervejas, achamos essa. E ela logo despertou a curiosidade.
Foi com a gente pra casa.



Uma cerveja alemã de grapefruit.
Grapefruit, também conhecido como toranja, é fruto do cruzamento do pomelo com a laranja.
Essa é mais uma sugestão do que uma resenha, pois, como eu disse no início, não sou grande conhecedora de cerveja e por isso não vou fazer descrições como poderia.
O post com dicas para decifrar estilos de cerveja me ajudou bastante.
Mais de perto:


A parte de trás:


Mais de perto:


O produto é importado, então o rótulo não é em português e, por isso, um, no nosso idioma é colado na garrafa, mas tem só os ingredientes.


Experimentei a cerveja achando que tinha sido enganada sobre a presença de grapefruit, mas depois de ler o post com as dicas sobre cerveja, passo a achar que os traços de grapefruit vem das leveduras.
No copo, de cima:


De lado para ver a cor:


É um produto que nem parece cerveja. É muito suave.
O sabor lembra o de Fanta Laranja fraca. Tem uma impressão cítrica, mas é suave.
Muito interessante!
Vale experimentar! Pelo menos para dizer que já tentou e o que acha!
E, diferente dos lembretes de "beba com moderação" das embalagens brasileiras:


Não beba e dirija!


Entendendo melhor as cervejas

Algumas dicas para ajudar a entender melhor os tipos de cerveja:

1- Origem/ região:
Os estilos clássicos de cerveja foram desenvolvidos ao longo de anos e influenciados pelas alterações na região e pelo ambiente, como a geografia, o clima e a química da água.
Não é impossível tentar reproduzir uma cerveja alemã fora da Alemanha, pois com as evoluções do mundo tornou-se mais fácil e a ciência da fabricação foi melhor compreendida.
Cervejeiros começaram a tentar reproduzir a qualidade da água de regiões específicas e de leveduras também para tentar produzir qualidades de cerveja que antes eram exclusividade de regiões específicas.
Claro que existem exceções, mas esses termos podem ajudar:


Origem:

Estilo Alemão: Lager com característica complexa de malte e lúpulo floral;
Estilo Belga: frutado, condimentado e azedo;
Estilo Inglês: Pale Ale, Porters, Stouts, lúpulo de característica terrosa;
Estilo Americano: lúpulo aparente com sabor de pinha, cítrico e resinoso;
Belgo-Americano: frutado e condimentado fermento belga com a característica lupulosa do estilo americano.

2- Cor:
As cores tem influência em tudo, no que comemos, no que bebemos.
Tornou-se popular nomear estilos de cerveja de acordo com sua cor.

Claro/Pálido - Sabor e aroma: grãos, pão;
Âmbar - Sabor e aroma: casca de pão, tostado;
Marrom - Sabor e aroma: torrada, noz torrada, chocolate;
Preto - Sabor e aroma: queimado, chocolate preto, café.
3 - Ingredientes especiais:
Não há melhor dica de como prever qual sabor a cerveja vai ter do que quando tem um ou mais dos ingredientes no nome.
Alguns desses ingredientes se tornaram tão populares que criaram um estilo próprio.
Os ingredientes especiais variam em intensidade, mas espera-se que o cervejeiro encontre um equilíbrio fazendo com que o estilo base permaneça enquanto sentimos  notas dos ingredientes especiais.

Chocolate
Café
Frutas
Ervas e especiarias

4- Leveduras:
O tipo de levedura usada tem grande impacto no produto final.
A explicação mais usada é de que as cervejas são divididas em duas categorias: ale e lager.
Mas como tudo na vida, há exceções. Os cervejeiros hoje em dia estão usando leveduras não tradicionais, misturando diferentes tipos de leveduras e misturando leveduras tradicionais de formas não tradicionais.


fonte

Ale: são fermentadas em temperaturas mais altas, por isso têm mais sabores derivados de leveduras (frutados, as vezes condimentados, etc.).
Sabor de fruta não quer dizer que vai ter fruta no produto, mas que as leveduras usadas forneceram esses sabores.
Os sabores frutados que vêm das leveduras são chamados de esteres.

Lager: são fermentadas em temperaturas mais frias e isso produz uma cerveja mais "limpa". Isso permite que sintamos o malte e o lúpulo de forma mais clara.

5- Volume alcoólico:

Strong Ale: teor alcoólico significativo;
Sweet Stout: escura, doce, encorpada, sabor ligeiramente tostado;
Porter Robust: malte escuro, com sabor tostado e complexo;
Session IPA: característica tradicional IPA, mas com menos teor alcoólico;
Imperial Stout: versão mais forte do estilo Stout.

Cerveja é assunto sério!


Fonte: CRAFTBEER/Lupulento

Rótulo claro

Recentemente aconteceu uma reunião na Anvisa com representantes da Campanha Põe no Rótulo, da própria Agência, do governo e profissionais de nutrição motivada pela regulamentação das informações dos rótulos.
Já falamos aqui sobre essa questão: fabricantes não estavam colocando no rótulo a informação sobre a presença de alimentos alergênicos nos produtos. Pessoas alérgicas a esses produtos estavam consumindo e passando mal.
A partir disso muitas ações públicas e de consumidores começaram a surgir pedindo que essa informação fosse clara e precisa nos rótulos dos alimentos.
Na reunião a Anvisa apresentou estudos internacionais que tratam sobre os principais alimentos que causam alergia e as consequências na saúde pela ingestão de pequenas quantidades.
Foi preciso apresentar estudos internacionais porque ainda não existem estudos brasileiros sobre alergia alimentar, mas, de acordo com a nutricionista presente na reunião os relatos médicos e os relatos da Campanha Põe no Rótulo deixam claro a necessidade de regulamentação.
A Diretoria Colegiada da Anvisa decidiu assumir essa regulamentação.
Fora que consta no Código de Defesa do Consumidor as diretrizes sobre o direito do cidadão às informações claras e precisas dos produtos, principalmente em relação a riscos à saúde.
Também existe a lei que regulamenta a obrigatoriedade da informação sobre a presença ou ausência de glúten nos produtos e as resoluções da Anvisa sobre a declaração da presença de tartrazina e fenilalanina nos alimentos.
Agora é esperar a solução e continuar de olho!

Fanpage/Facebook


Fonte: Asbran

Gases: tê-los pode ser bom sinal!

É normal o corpo produzir gases. Todo mundo tem algum gás em algum momento.
E tê-los pode ser sinal de boa saúde.
O organismo pode produzir mais gases ou menos dependendo do que comemos.
Se comemos alimentos conhecidos por estimular a produção de gases, como repolho e brócolis, por exemplo, temos mais.


fonte

Pesquisadores viram, por meio de seus estudos, que alimentos ricos em fibras podem aumentar os níveis de bactérias do intestino após alguns dias de ingestão.
Uma gastroenterologista de Minnesota explica: os gases produzidos pelo corpo podem ser um sinal de que as bactérias do organismo estão tentando nos manter saudáveis.
Ela diz mais: comer alimentos que causam gases é a maneira que as as bactérias do intestino têm de obter nutrientes. Se não comêssemos carboidratos elas poderiam nem conseguir se manter no intestino.
E nós precisamos manter essas bactérias lá, pois elas reforçam o sistema imunológico, protegem o intestino e previnem infecções.
De acordo com a gastroenterologista uma pessoa pode ter até 18 flatulências por dia e ser perfeitamente normal.
O gás pode surgir por duas vias: boca (através do ar que engolimos quando comemos) e da microbiota (centenas de diferentes bactérias do trato gastrointestinal).
Esses gases são, na maioria, dióxido de carbono, hidrogênio ou metano. As vezes há enxofre. E quando há, é aí que os gases ficam com cheiro ruim.
Mas o enxofre não é completamente ruim. Muitos dos compostos de enxofre dos vegetais são benéficos fora o fato de que as bactérias fazem o enxofre a partir de outros gases, diminuindo assim o conteúdo de gases do intestino.
Mas vale alertar: se isso começar a afetar negativamente na sua qualidade de vida, procure um médico!

Fonte: npr/Megacurioso

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Já bebeu a sua dose de veneno hoje?

Os dados podem assustar, mas é importante que tenhamos consciência. 
No ano passado (2013) o brasileiro consumiu 1 bilhão de litros de agrotóxicos. Cerca de 5 litros para cada um de nós.
O nosso país consome cerca de 14 tipos de agrotóxicos proibidos no mundo. Ano passado 4 foram banidos por causa dos riscos que causa à saúde, mas pesquisadores desconfiam que ainda estejam sendo usados.
Pesquisadores da Universidade Federal do Mato Grosso analisaram amostras de leite materno e viram que em 44% delas aparecia um agrotóxico que prejudica os sistemas reprodutivo e endócrino.
Nessa mesma pesquisa viu-se que em todas as amostras de leite materno de mães que pariram entre 2007 e 2010 aparecia algum agrotóxico. Em 100% das amostras apareceram mais 2 tipos de agrotóxico não proibidos. Dentre outros.
Apareceram agrotóxicos em amostras de urina e sangue também.
A pesquisa traz a informação de que essas substâncias cancerígenas aparecem no corpo pela ingestão de ar, de água, pelo manuseio dos agrotóxicos e pela ingestão de alimentos contaminados.
É duro, mas é importante saber. É importante ter a informação.


Fonte: Asbran/IG


Restaurantes padrão Fifa

Por causa da Copa a Agência Nacional de Vigilância Sanitária vai dar um plus em uma ação que ela já faz.
A ação é a fiscalização higiênico-sanitária dos estabelecimentos, orientações quanto às melhorias a serem realizadas e até fechamento de estabelecimentos que não estiverem de acordo com as regras de higiene e sanitárias para o funcionamento.
O plus é uma nota que vai ser afixada nos estabelecimentos para que seja de conhecimento do público quais locais estão de acordo ou não.
As notas do primeiro ciclo do projeto já foram divulgadas. Essas primeiras notas devem servir para orientar os proprietários quanto ás medidas que devem ser implementadas para que os estabelecimentos fiquem de acordo com as regras.
No segundo ciclo, os selos de categorização devem ser afixados nos estabelecimentos.
Os selos devem ser A, B, C e PENDENTE.


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A expectativa da Anvisa é de que o fim do segundo ciclo aconteça até o final de maio.
O diretor de Gestão Institucional da Anvisa diz algo muito sensato: " Um estabelecimento mais luxuoso ou mais caro nem sempre significa uma situação sanitária melhor, para o cidadão é uma questão de transparência poder conhecer a situação de cada local".
Quem definiu quais estabelecimentos vão participar dessa fase do projeto são as autoridades. Elas se baseiamem alguns critérios, como rota turística, circuito gastronômico, áreas de lazer, entre outros.
Nessa fase inclui-se:
- 11 cidades sede da Copa (Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.);
- 13 municípios;
- Aeroporto Internacional de Salvador/BA, Aeroporto Internacional de Fortaleza/CE, Aeroporto Internacional de Brasília/DF, Aeroporto Internacional de Confins/MG, Aeroporto Internacional de Cuiabá/MT, Aeroporto Internacional de Recife/Guararapes/PE, Aeroporto Internacional de Curitiba/PR, Aeroporto Internacional de Rio de Janeiro/RJ, Aeroporto Internacional de Porto Alegre/RS, Aeroporto Internacional de São Paulo/SP (Guarulhos) e Aeroporto Internacional de Natal/RN.
Esse projeto vai ser avaliado no segundo semestre de 2014 para que seja aplicado no resto do país.
Em Los Angeles, Nova Iorque, Londres, assim como na Dinamarca e na Nova Zelândia isso já acontece.
Será que o Fuleco vai conseguir botar ordem na casa?

Fonte: Asbran/Anvisa

Amêndoa

Estudos apresentados pela Sociedade Americana de Nutrição e divulgados no Daily Mail nos reafirmam os poderes da amêndoa.

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O consumo de amêndoas pelas pessoas portadoras de diabetes ajuda a regular os níveis de glicose no sangue. Para se ter uma ideia: 100g de amêndoa torrada e salgada tem cerca de 11g de fibras. Imagine a oleaginosa in natura (sem torra e sem sal)!!
As amêndoas têm boas quantidades de cálcio, magnésio, fósforo, potássio. Isso tudo vai ajudar a regular a pressão arterial, ajudar na melhora da função dos músculos e nervos entre outros benefícios.
Elas também têm flavonóides, que agem como antioxidantes e melhoram o efeito da vitamina E, fazendo bem à pele.
Um dos estudos, realizado pela Louisiana State University, feito com 24.808 adultos maiores de 19 anos mostrou que os que comeram amêndoas tinham melhor estado fisiológico do que os que não comeram.
A questão da regulação de glicose no sangue foi comprovada através do estudo realizado pela Universidade Purdue onde notou-se também a maior saciedade daqueles que comeram amêndoas.
Os resultados de outro estudo sugerem que o consumo de amêndoas pode ajudar a diminuir a gordura abdominal. Talvez o motivo disso seja justamente a função sobre a saciedade.

Mas, cuidado: ela é bastante calórica, como toda oleaginosa.

Fonte: Asbran

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Educação além do prato

Trago para o conhecimento de vocês uma ideia inspiradora.
Foi lançado no início de maio de 2014 o Prêmio Educação Além do Prato da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo.
O Prêmio tem como objetivo divulgar receitas que privilegiem o uso de frutas, legumes, verduras, que promova as práticas alimentares saudáveis e que se inspirem na cultura alimentar local para os alunos da Rede Municipal de Ensino.
O objetivo também é integrar comunidade, escola, famílias, valorizar o trabalho das equipes das cozinhas das escolas e estimular a reflexão sobre a alimentação e as implicações dela na sociedade e na saúde.
A ideia é que cada Unidade selecione uma receita, faça um histórico sobre ela, selecione os ingredientes, faça testes e mobilize o maior número possível de pessoas da comunidade. E que as melhores receitas ganhem prêmios como viagens de intercâmbio, workshops, projetos de renovação da escola.
Tomara que essa ideia seja levada adiante, que dê certo.
O diálogo sobre alimentação, a valorização do que é produzido na terra são pontos bastante importantes.
Uma ideia para se aplicar nas terras gaúchas também.



Que a educação comece em casa, no prato e vá além!


Dicas para estimular as crianças a serem mais saudáveis

1- Pensar além da caixa de cereal.
Despejar cereal da caixa em uma tigela é fácil, mas fazer um smoothie de banana e leite não é assim tão difícil;

2- Fazer a sua comida preferida em casa ao invés de come-la em um restaurante sempre.
A tendência é que as refeições sejam mais saudáveis quando feitas em casa;

3- Experimentar comer mais frango, peixe e grãos e menos hambúrguer;

4- Fazer mais sorvete de frutas e oferecer menos sorvete industrial.
Bater algumas frutas no liquidificador e colocá-las em forminhas é uma boa dica;

loveandlemons.com

5- Incluir frutas e vegetais nas refeições das crianças sempre que for possível.
E não só in natura, mas também misturadas em bolos, cremes, sopas, lasagnas, etc;

6- Variar!
E incluir variedades de alimentos saudáveis no lanche das crianças;

7- No lanche de volta da escola escolher os não industrializados, como biscoitos feitos em casa ou frutas;

8- Fazer a comida saudável ficar irresistivelmente divertida;

canadianfamily.ca

9- Falar sobre como o alimento é gostoso ao invés de falar sobre como ele é saudável.
De acordo com um estudo da Universidade de Chicago as crianças podem falar que não gostam de determinado alimento porque sabem que faz bem para elas. Então, se isso acontecer, é interessante focar os comentários sobre como o alimento é gostoso;

10- Procurar receitas nas quais as crianças possam ajudar.
As crianças se sentem bem quando ajudam a preparar as refeições;

marthastewart.com

11- Fazer as refeições em família, quando for possível.
Assim fica mais fácil de saber o que e quanto as crianças estão comendo;

12- Cultivar hortas em família;

13- Se o menu para as crianças for essencialmente composto por comidas gordurosas, muita bebida doce ou sorvete, incentivar as crianças a experimentar o menu dos adultos;

14- Visitar fazendas, pois é o local onde são cultivados os alimentos;

15- Ensinar as crianças a comerem quando estiverem com fome e pararem quando estiverem satisfeitas;

16- Se nas primeiras tentativas esse plano não tiver resultado positivo, tentar de novo;

17- Aprender sobre o que compõe a comida, do que ela é feita;

18- Não deixar os personagens e as celebridades das embalagens dizerem o que você deve comer. Não se deixe levar pela publicidade;

AP Photo/McDonald's
Pepsi




















19- Ignorar o marketing das embalagens e ler a lista de ingredientes e as informações nutricionais dos produtos;

20- Não se habituar a ter refrigerante em casa. Fica mais fácil se não está ao alcance dos olhos;

21- Preparar as refeições em casa sempre que possível.
Uma boa dica é cozinhar em dobro e congelar a metade, assim você tem comida feita em casa e congelada para quando não tiver tempo de cozinhar;

22- Congelar os vegetais cortados.
Dessa forma você poupa metade do trabalho quando quiser preparar algo saudável;

Flickr: leibolmai

23- Não considerar a sobremesa como recompensa.
Quando fazemos isso agregamos naquele alimento um sentimento especial;

24- Combinar com os pais das outras crianças sobre o envio de lanches saudáveis para a escola.
Assim o seu filho não vai se sentir diferente por só ele estar comendo um lanche saudável;

25- Ter o costume de comer alimentos saudáveis;

26- Resitir aos pedidos pelos doces no balcão do caixa.

Flickr: meantux